Radiofrequencia: pré e pós-operatório

A radiofrequência é emitida por um aparelho moderno que ajuda a combater a flacidez da pele sem provocar dor. São emitidas ondas eletromagnéticas que aquecem a derme e a hipoderme, promovendo a contração das fibras de colágeno e estimulando sua produção.

A radiofrequência gera energia e forte calor sobre a camada mais profunda da pele, entre 50, 60 graus, enquanto na superfície a pele se mantém resfriada e protegida.

Como age na pele

Causa contração das moléculas de colágeno e aumenta a produção de neocolágeno, que irá agir durante semanas e meses após a aplicação. Ocorre um aumento da circulação sanguínea local e destruição dos adipócitos – isso pode combater também a celulite.

As atividades normais podem ser retomadas imediatamente. Em alguns pacientes pode ocorrer hiperemia (pele com cor avermelhada) no local da aplicação, mas normalmente ela desaparece logo depois do tratamento. Complicações do aquecimento podem ocorrer, mas são raras. Protetor solar é recomendado todos os dias.

A radiofrequência beneficia o pós-operatório e ajuda na recuperação das regiões do corpo afetadas pela flacidez causada por exemplo, por uma lipoaspiração e inchaço que antes só tinham solução por meio da drenagem linfática.

No pré-operatório as aplicações funcionam como “indutores” para o corpo produzir novas fibras de colágeno de sustentação, reduzindo a flacidez da derme e fazendo com que ela se torne mais rígida e mais hidratada.

A radiofrequência causa um efeito térmico, aumenta a circulação e trabalha o tecido cutâneo em profundidade. A técnica pode ser usada em áreas como seios e braços também, e os resultados já são vistos logo na primeira aplicação.

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